O termo chargeback é muito utilizado em lojas virtuais e que também pode ser chamado de contestação, que nada mais é a solicitação do cliente de estorno ou reembolso direto com a administradora do cartão.
Muitas pessoas confundem chargeback com o direito de arrependimento proposto no código de defesa do consumidor.
O chargeback só pode ser solicitado pelo titular do cartão de crédito ou débito ao identificar uma compra e não reconhecê-la.
A operadora do cartão analisa o ocorrido e detectado algum quesito que foge da normalidade na compra, é iniciado o processo de estorno do valor em questão.
Quando você utiliza o direito de arrependimento, você tem um prazo de 7 dias e não precisa justificar o motivo de não desejar mais receber o seu produto/serviço.
Já o chargeback você precisa de haver uma causa concreta que legalize o pedido.
O chargeback pode acontecer por 4 motivos:
– Erro do Banco no processamento do pedido. (É o mais difícil de ocorrer.)
– Cobrar um valor na compra diferente do valor que o cliente realmente devia pagar.(erro da loja).
– O não recebimento do produto de acordo com o combinado no ato da compra.
– Fraude. (consumidor não reconhece a compra ou não autorizou a compra. Pode ocorrer em casos de roubo do cartão).
Como pode ser simples o fato do cliente solicitar um chargeback, é indicado as empresas que criem políticas internas de segurança para minimizar os riscos no negócio.
Solicitar comprovantes para conferência de dados pessoais, contratar uma empresa que faça análise de riscos.
Contratar empresas que prestem serviços de intermediadores de pagamento, aprovar ou reprovar a compra mediante análise.

Essas são algumas maneiras de se prevenir contra o chargeback, pois ao final de tudo isso, a empresa é a parte que mais se prejudica nesse procedimento, uma vez que se torna difícil comprovar e demanda tempo, caso o cliente alegue por exemplo que não reconhece a compra de um produto.