Esse conceito vai além de uma fotografia ou um vídeo. E está mais perto do que você pensa.

O que há depois da morte? Uma pessoa pode transcender além da própria vida? A imortalidade do ser humano é um tema recorrente na literatura e na cultura em geral. No entanto, ainda não há resposta sobre o que acontece quando o corpo para de funcionar. Entre tantas perguntas, a tecnologia se tornou uma das maneiras de explorar mais nesse campo e começou a alcançar coisas que antes eram consideradas inimagináveis ou contos de fadas.

Na Coréia, em um especial de televisão, uma mãe conseguiu se encontrar com a filha de sete anos que havia morrido, graças aos avanços tecnológicos.


O projeto de recreação dessa garota durou oito meses e foi baseado em sua irmã mais nova, com uma semelhança razoável, para criar o modelo 3D. O transhumanismo é um movimento que questiona os limites naturais da humanidade e promove diferentes maneiras de superá-los através do aprimoramento tecnológico e, em um eventual caso, da separação da mente do corpo humano.

Mark O’Connel, em seu livro To Be Machine, diz que o transhumanismo é definido como “um movimento para libertar a natureza” e, para os transhumanistas, a natureza deve ser transformada e melhorada.

O Calico Labs, da Alphabet – empresa do Google – apresentou declarações muito promissoras, como a imortalidade virtual.

Além disso, há mais de 20 anos se fala em Avatares, que são figuras criadas por computador com facções e comportamentos semelhantes aos de um humano.

Esses personagens que foram usados em videogames e filmes continuam a se desenvolver com a incorporação de diferentes modelos de inteligência artificial.

Cada vez é mais possível a coleta dos diferentes dados salvos nas centenas de movimentos que os usuários fazem on-line, redes sociais, fotografias e vídeos, eles possam criar modelos humanos virtuais que se comportam da mesma maneira que fez a pessoa em vida.

Fonte: El Tiempo Colombia

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